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Matéria - Belo Horizonte

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Erudito ou Popular

Texto: Marcelo JB Resende e Lana Sassaki. Fotos (exceto as creditadas): Marcelo JB Resende. Reprocução proibida.



Belo Horizonte possui uma rica produção artística e cultural. A cidade agrada aos amantes das artes plásticas, da música, do teatro, da dança e da literatura. Seus atrativos culturais estão espalhados por toda parte e alternativas para diversão não vão faltar.




Desde cedo a capital já demonstrava sua aspiração. Corria a década de 1920 quando jovens poetas, que ansiavam mudanças, se incorporaram ao ritmo frenético da Rua da Bahia, na época a principal via da cidade. Era o fio que unia a estação ao palácio do governo. Carlos Drummond de Andrade, Pedro Nava, Milton Campos, Gustavo Capanema e Emílio Moura lançaram em 1925 "A Revista", inserindo "Beagá" no compasso dos modernistas de São Paulo e Rio de Janeiro. Depois vieram outras gerações, outras tendências. Sucederam a estes Fernando Sabino, Otto Lara Resende, Paulo Mendes Campos, Hélio Pellegrino...



Painel de Portinari, na igreja São Francisco de Assis (Pampulha).

Hoje, muitos nomes da cultura nacional, reconhecidos até internacionalmente, tiveram como berço Belo Horizonte. Na música Milton Nascimento e seu Clube da Esquina, Skank, Pato Fu, Sepultura, Coral Ars Nova... Na dança Grupo Corpo; no teatro Grupo Galpão, Companhia Giramundo de Bonecos; nas artes plásticas a Escola Guignard... São muitos os expoentes mineiros.

 

Algumas companhias de dança - como o Grupo Corpo e 1º Ato - são reconhecidas no Brasil e no exterior. Incluem a Europa, América do Sul e América do Norte em suas temporadas e colecionam prêmios. O Grupo Galpão também possui merecido destaque, encantando platéias em todo o mundo. Já o teatro de bonecos do Giramundo cria um universo de fantasia que seduz crianças de todas as nacionalidades. A banda Sepultura, na estrada há mais de 20 anos, tem justo espaço no mercado internacional. O mesmo aconteceu com a mineira Patu Fu, selecionada pela revista "Time" como uma das 10 melhores bandas do mundo.

 

Beagá exporta e importa cultura. Artistas do mundo inteiro visitam a capital mineira, que realiza durante o ano inúmeros festivais internacionais, com destaque para o de teatro e o de dança. Esta riqueza manifestativa transformou Belo Horizonte no mais novo pólo cultural do Brasil, aliada a uma agitada vida noturna e propensão natural para os negócios.

 

A forte vocação para o comércio e prestação de serviços se reflete também na cultura. A Feira de Artesanato que ocorre nas manhãs de domingo, na av. Afonso Pena, bem no centro, é a maior do gênero em espaço aberto da América Latina. Possui mais de três mil expositores, reunindo aproximadamente 50 mil visitantes por semana e gerando mais de 18 mil empregos. O turista tem na feira um autêntico encontro com o artesanato e a culinária típica, expressões da grande riqueza cultural verificada no Estado.


Belo Horizonte conta com uma infra-estrutura de 36 teatros, 54 salas de cinema e mais de 30 galerias de arte. Além disso, 18 museus recontam a vida da capital mineira e do Estado de Minas Gerais, expondo objetos que muito importam à historiografia nacional.

 

Para manifestar a cultura, todos os espaços disponíveis são aproveitados. Os parques, além do contato que proporcionam com a natureza, são uma ótima opção para quem curte música e teatro. A prefeitura realiza concertos no Parque Municipal e no Parque das Mangabeiras. Na Praça da Liberdade existem dias reservados para a apresentação de corais. Afinal, ar puro e conhecimento fazem bem à saúde!



Museu Mineiro.


Teatro principal do Palácio das Artes.


Mercado Central.


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